Galera,
Segurar o choro é difícil, nós sabemos… mas o riso não é nada fácil controlar…
Prova disso é esse vídeo. Se foi armado esse vídeo eu já não sei… sei que me matei de rir…
março 31, 2010 às 3:29 pm (Mistureba)
Galera,
Segurar o choro é difícil, nós sabemos… mas o riso não é nada fácil controlar…
Prova disso é esse vídeo. Se foi armado esse vídeo eu já não sei… sei que me matei de rir…
março 31, 2010 às 12:28 am (Verborragia cerebral)
Felicidade não é palavra que se define
posto que sua semântica se realiza no instante.
Nem tampouco no que rascunho aqui.
Da minha felicidade sai estrofe que rima e que desafina.
Com ela eu verso e converso.
Felicidade tá no avesso do que eu arremesso.
A minha é pequena…
Se esconde no rabo da vírgula do meu aposto.
Ninguém vê e ela tá lá, bem depois do desgosto.
Ou já se foi… na estreiteza do som do meu sim;
Espremido por um não reprimido.
Minha felicidade passa por debaixo da sua porta se quiser.
Pela aresta da janela que deixa entrar a fresta de luz.
É pequena sim, mas é maior que nós dois.
Minha felicidade faz força prá não deixar o sono esbarrar no H dessa hora tardia..
e não se perder na minha ortografia…
e no meu cansaço.
Onde minha felicidade também está.
E eu continuo a buscar.
O duro é achar.
março 29, 2010 às 1:52 am (Foto que fala, Linguaruda)
Olhar para ver. Abrir a janela do ser.
Negar as possibilidades do belo é rejeitar a riqueza do que é vivo.
Uniforme é a não existência das formas.
Fashion é o que é fácil. Difícil é ser desforme num mundo de moldes.
Captar singularmente o todo é enxergar os plurais
de onde pulsa a vida.
Estética unanime não veste nem se despe porque escraviza.
Ser bonito de um só jeito é um gosto meio morto.
Ver o belo que não se encontra fora, num lugar.
O belo que mora no olhar. Sê-lo.